terça-feira, 5 de julho de 2011

João 1.14

- και ο λογος σαρξ εγενετο και εσκηνωσεν εν ημιν και εθεασαμεθα την δοξαν αυτου δοξαν ως μονογενους παρα πατρος πληρης χαριτος και αληθειας. (Textus Receptus);
- Aquele que é a Palavra tornou-se carne e viveu entre nós. Vimos a sua glória, glória como do Unigênito vindo do Pai, cheio de graça e de verdade. (NVI);
- E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade. (ACRF).

Chegamos ao clímax do prólogo do quarto evangelho. É interessante que, para o pensamento grego, predominante à época, o espírito e o divino eram opostos à matéria e à carne. Era comum também a idéia de que os deuses visitavam a terra disfarçados de seres humanos (veja At 14.11). João transpõe um abismo filosófico-cultural e afirma com sobriedade: o Verbo Eterno de Deus não só parece um ser humano, mas realmente encarnou, e não apenas isso, mas ‘armou sua tenda’, tabernaculou conosco, numa clara analogia com o tabernáculo no deserto, quando YAHWEH armou sua tenda entre as dos hebreus e manifestou a sua glória ali, de maneira que, Jesus encarnou como homem... e vimos a sua glória!

Unigênito’ é uma expressão que traduz um termo grego que refere-se explicitamente à geração eterna do Filho na Trindade divina, diz respeito à singularidade do Filho.

Notas Bibliográficas

- Bíblia de estudos de Genebra. Trad. de João Ferreira de Almeida. São Paulo: Cultura Cristã, 1999, p. 1228;

Os textos das referências bíblicas foram extraídos do site http://www.bibliaonline.com.br/, nas versões Almeida Corrigida e Revisada Fiel, Textus Receptus e Nova Versão Internacional.

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