sexta-feira, 24 de junho de 2011

João 1.8

- ουκ ην εκεινος το φως αλλ ινα μαρτυρηση περι του φωτος. (Textus Receptus);
- Ele próprio não era a luz, mas veio como testemunha da luz. (NVI);
- Não era ele a luz, mas para que testificasse da luz. (ACRF).

O seu prazer estava em anunciar a vinda do Messias e a exortar as pessoas para que andassem em retidão junto ao Pai. João, o Batizador, é o grande exemplo de crente compromissado com o seu chamado. Ele sabia que foi enviado a preparar o caminho para alguém maior, e esse trabalho de preparação para a chegada de alguém importante sempre envolve grande responsabilidade daquele que executa a função. O Senhor Jesus deve ser a prioridade em nossa vida, em nosso ministério, em tudo o que fazemos. Muitas vezes queremos aparecer mais, nos destacar e tomar o lugar que é devido somente a Ele. João não era a luz, mas veio para que testificasse da luz, a saber: a verdadeira luz que, vinda ao mundo, ilumina a todo homem. Ele aponta e leva para a verdadeira luz, mas ele mesmo não é a luz.

João Batista tinha plena consciência da grandiosidade e glória daquele para quem preparava o caminho, pois anunciava que ele mesmo não era digno de desatar as correias das sandálias daquele que viria depois dele (Jo 1.27). Essa atitude de humildade se expressa nas palavras com as quais o evangelista reafirma que João Batista sabia que ele mesmo não era a luz. João Batista reconhecia seu papel de servo que preparava o caminho para o Senhor Jesus, e não buscava a glória para si mesmo.

Não bastava advertir a nação judaica para que fugissem da ira de Deus (Mt 3), nem instruí-los com respeito ao procedimento esperado por Deus (Lc 3), mas era essencial que o rei que estava por vir fosse identificado. João tinha estado batizando em Betânia e, no dia seguinte, quando viu Jesus se aproximar dele, exclamou: "Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo" (Jo 1.29). Seu ministério é maior e mais glorioso do que o de todos os profetas. Pois ele não profetiza a respeito do Senhor, dizendo que virá daqui a algum tempo ou em breve, mas com o dedo em riste, aponta o Messias aguardado, já em sua própria época, exclamando a todo pulmão: Olhem, ali está ele!

Notas Bibliográficas

- Bíblia de estudos de Genebra. Trad. de João Ferreira de Almeida. São Paulo: Cultura Cristã, 1999.

Os textos das referências bíblicas foram extraídos do site http://www.bibliaonline.com.br/, nas versões Almeida Corrigida e Revisada Fiel, Textus Receptus e Nova Versão Internacional.

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