quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

O Que me atrai à Deus?

O fundamento de todo conhecimento verdadeiro de Deus só pode ser a clara compreensão mental de Suas perfeições, segundo revelam as Escrituras Sagradas. Não nos é possível servir nem adorar a um Deus desconhecido, nem depositar nEle a nossa confiança’. AW Pink, Os Atributos de Deus (PES)

Neste espaço farei um esforço para apresentar algumas das principais perfeições do caráter divino. Considero importante o estudo dos atributos divinos para um correto relacionamento com Deus.
É verdade que nós precisamos muito mais que um conhecimento teórico acerca da pessoa de Deus, precisamos nos rendermos a Ele, nos submetemos à Sua autoridade e deixar que os Seus preceitos e mandamentos regulem todos os pormenores da nossa vida. Como escreve o profeta Oséias: "Conheçamos, e prossigamos em conhecer ao Senhor..." (Os 6.3).
Deus pode ser conhecido, e a vida eterna consiste no conhecimento do Altíssimo (Is 11.9; Rm 1.19-21).
Infelizmente, muitos pecam porque lhes falta conhecimento. Criam para si um falso deus. Então por não conhecerem os atributos de Deus, distorcem a figura do verdadeiro Deus, em uma imagem corruptível, focada em seus próprios prazeres.
Porém, Deus é inconcebível – não podemos formar uma imagem mental de Deus. Ou seja, não podemos definir nem compreender Deus (Rm 11.33-36).
Falamos muito da excelência de Deus e todos dizemos que amamos a Deus, nos deleitamos nEle e O bendizemos, mas, agora, o que é em Deus que atrai seu coração para Ele e faz com que sua alma O ame, O bendiga e se deleite nEle? O quê? Será que é porque Deus terá misericórdia de você, vai perdoar seus pecados, salvar sua alma e trazê-lo para o céu? Estas são coisas pelas quais devemos amar e bendizer a Deus, mas deve haver mais. É pela própria pessoa de Deus por quem nosso coração deve ser atraído e deve ser a pessoa de Deus em Sua excelência, e que é essa excelência? Sua santidade!

sábado, 16 de julho de 2011

Teontologia

A infalibilidade bíblica é o fundamento epistemológico da fé cristã, e a doutrina de Deus é o fundamento metafísico do qual as outras doutrinas dependem. Portanto o cristão deve se esforçar para alcançar o entendimento correto de Deus.
E todo entendimento correto que temos a respeito de Deus só pode vir de sua própria palavra, por intermédio de quem temos a apresentação correta sobre a Pessoa e o Ser de Deus.
Através das Escrituras, percebemos as virtudes e os atributos de Deus, os quais nos dizem não quem Ele é em si mesmo, mas, antes, o que Ele é em relação a nós, de sorte que este conhecimento dele consista mais de viva experiência do que vazia e leviana especulação.
Por essa razão, a proposta deste Blog é tratar a respeito da existência e dos atributos de Deus, fatos que demonstram suas qualificações e ao mesmo tempo, retratam sua belíssima e real grandeza, ainda que sejamos incapazes de compreender na mais absoluta profundidade quem Deus de fato é.
Não pode haver vida cristã verdadeira sem um correto conhecimento acerca da pessoa de Deus.
Venha comigo!

João 1.20

E confessou e não negou; confessou: Eu não sou o Cristo. (ARC).

João testeficou de Jesus Cristo através de suas palavras, ações e vida. Dar testemunho de Cristo é obrigação de todo crente (Mt 4.19; 28.19,20; At 1.8). A exemplo de João, o Batizador, o crente deve falar a respeito da vida de Cristo, da sua morte, ressurreição, poder salvífico e da promessa do Esp’irito Santo. Produzir convicção quanto ao pecado, justiça e juizo (At 2.32, 37-40; 3.15; 7.51-54; 10.39-41, 43; 18.5; 26.16; 1Co 15.1-8).

Ainda nesse paradigma, o crente deve testemunhar com uma vida de separação do mundo, uma vida de justiça e uma confiança total no Espírito Santo que resulta na sua manifestação com poder (1Co 2.4).

[Passagens paralelas: Lc 3.15; Jo 3.28; At 13.25].

Notas Bibliográficas

;

Os textos das referências bíblicas foram extraídos do site http://www.bibliaonline.com.br/, na versão Almeida Revista e Corrigida.

Autorizo a todos que quiserem fazer uso dos comentários colocados neste Blog. Solicito, tão somente, que indiquem a fonte e não modifiquem o seu conteúdo. Agradeceria, igualmente, a gentileza de um e-mail indicando qual o texto que está utilizando e com que finalidade (estudo pessoal, na igreja, postagem em outro site, impressão, etc.).

assis.barbosa@bol.com.br

quinta-feira, 14 de julho de 2011

João 1.19

E esse é o testemunho de João, quando os judeus mandaram de Jerusalém sacerdotes e levitas para que lhe perguntassem: Quem és tu?(ARC).





Strong define o termo grego marturia como testemunho, atestado histórico, evidência, certificação judicial ou geral. O termo descreve um testemunho baseado no que alguém viu, escutou ou sabe. O termo `martus`, de onde provém o português mártir e martírio, fala de alguém que testifica a verdade que viu, uma testemunha, alguém que tem conhecimento de um fato e pode dar informações a respeito.


[Passagens paralelas: Jo 5.33].




Notas Bibliográficas


- Bíblia de Estudo Plenitude, Barueri, SP, Sociedade Bíblica do Brasil, 2001,Palavra-Chave, p. 1345.;


Os textos das referências bíblicas foram extraídos do site http://www.bibliaonline.com.br/, na versão Almeida Revista e Corrigida.



Autorizo a todos que quiserem fazer uso dos comentários colocados neste Blog. Solicito, tão somente, que indiquem a fonte e não modifiquem o seu conteúdo. Agradeceria, igualmente, a gentileza de um e-mail indicando qual o texto que está utilizando e com que finalidade (estudo pessoal, na igreja, postagem em outro site, impressão, etc.).


assis.barbosa@bol.com.br

João 1.18

Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, este o fez conhecer(ARC).





Deus se revela na Bíblia como um ser infinito, eterno, autoexistente e a razão de tudo o que existe. O que de Deus se pode conhecer está registrato através de suas ações na história e através de várias caracteristicas associadas com o seu nome. A Bíblia não busca comprovar a existência de Deus, em vez disso, ela declara a sua existência apresentando numerosos atributos seus como onisciência, onipotência e onipresença, transcedência, eternidade, imutabilidade, perfeição e asseidade. O termo unigênito não denota o nascimento terreno de Cristo, mas descreve o relacionamento incomparável e dedicado do Filho com o Pai. Zacarias descreve aquilo que, um dia, o Messias virá a ser para os cidadãos em prantos e arrependidos de Israel: um unigênito antecipado (Zc 12.10).


[Passagens paralelas: Lei: Ex 33.20; Dt 4.12; Lc 10.22; Jo 1.14; 6.46; 1Tm 1.17; 1Jo 4.12,20].




Notas Bibliográficas


- Bíblia de Estudo Plenitude, Barueri, SP, Sociedade Bíblica do Brasil, 2001,Palavra-Chave, p. 1070.;


Os textos das referências bíblicas foram extraídos do site http://www.bibliaonline.com.br/, na versão Almeida Revista e Corrigida.



Autorizo a todos que quiserem fazer uso dos comentários colocados neste Blog. Solicito, tão somente, que indiquem a fonte e não modifiquem o seu conteúdo. Agradeceria, igualmente, a gentileza de um e-mail indicando qual o texto que está utilizando e com que finalidade (estudo pessoal, na igreja, postagem em outro site, impressão, etc.).


assis.barbosa@bol.com.br

João 1.17

Porque a lei foi dada por Moisés, a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo.(ARC).









Os que viveram sob a Lei do Antigo Testamento, experimentaram uma certa medida de graça, conforme se vê na fé de alguns (Gn 5.24; 7.1; 15.6). Agora, através de Cristo, a graça e a verdade estão disponíveis no mais alto grau (Rm 5.17-21). O termo grego ‘aletheia’ traduzido por verdade, derivada do negativo ‘a’ e ‘lanthano’, ‘ser escondido`, ‘deixar de perceber’, é o oposto de fictício, fingido ou falso. Denota veracidade, realidade, sinceridade, exatidão, integridade, veracidade, confiança e propriedade. Por Jesus cristo, nossa libertação é garantida pelo pagamento de um resgate – redenção. O termo redenção no grego secular, descrevia um conquistador libertando prisioneiros, um mestre resgatando um escravo e redenção de um domínio estrangeiro. No Novo Testamento, designa libertação do mal e do castigo do pecado através de Cristo. O preço pago para obter essa liberdade foi o sangue do Cordeiro derramado no Calvário, pelo qual o homem pode ser declarado justo diante de Deus.



[Passagens paralelas: Êx 20.1; Dt 4.44; Rm 3.24; 5.21; 6.14; Jo 8.32; 14.6]







Notas Bibliográficas



- Bíblia de Estudos Pentecostal. CPAD. Rio de Janeiro, RJ: 1995, p. 1570;;



- Bíblia de Estudo Plenitude, Barueri, SP, Sociedade Bíblica do Brasil, 2001,Palavra-Chave, p. 1070.;



Os textos das referências bíblicas foram extraídos do site http://www.bibliaonline.com.br/, na versão Almeida Revista e Corrigida.





Autorizo a todos que quiserem fazer uso dos comentários colocados neste Blog. Solicito, tão somente, que indiquem a fonte e não modifiquem o seu conteúdo. Agradeceria, igualmente, a gentileza de um e-mail indicando qual o texto que está utilizando e com que finalidade (estudo pessoal, na igreja, postagem em outro site, impressão, etc.).



assis.barbosa@bol.com.br

quinta-feira, 7 de julho de 2011

João 1.16

και εκ του πληρωματος αυτου ημεις παντες ελαβομεν και χαριν αντι χαριτος. (Textus Receptus);
Todos recebemos da sua plenitude, graça sobre graça.. (NVI);
E todos nós recebemos também da sua plenitude, e graça por graça. (ACRF).

Freqüentemente encontramos nas epístolas de Paulo o termo ‘graça’ mas nos escritos de João aparece apenas nessa passagem e como saudação em Ap 1.4; 22.21. Esta palavra acentua que a salvação é um dom. O fato de João afirmar que a graça vem de sua plenitude ensina que essa graça é mais do que a disposição de Deus ou favor impessoal. E na verdade, Deus atendendo nossas necessidades na Pessoa bendita de Jesus Cristo, incluso todo o seu poder e provisão.

Notas Bibliográficas

Os textos das referências bíblicas foram extraídos do site http://www.bibliaonline.com.br/, nas versões Almeida Corrigida e Revisada Fiel, Textus Receptus e Nova Versão Internacional.

Autorizo a todos que quiserem fazer uso dos comentários colocados neste Blog. Solicito, tão somente, que indiquem a fonte e não modifiquem o seu conteúdo. Agradeceria, igualmente, a gentileza de um e-mail indicando qual o texto que está utilizando e com que finalidade (estudo pessoal, na igreja, postagem em outro site, impressão, etc.).

assis.barbosa@bol.com.br